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A corrida tecnológica nas pistas

No último domingo, 18 de novembro, a piloto alemã Sophia Floersch sofreu um acidente que chocou o mundo. Ela pilotava seu carro em uma das etapas da Copa do Mundo de F3, em Macau, na China, quando o piloto à sua frente, Jehan Deravula, freou mais cedo do que o habitual devido a uma bandeira amarela. Floersch não conseguiu desviar a tempo e perdeu o controle do carro, que decolou sobre o de outro piloto e voou em direção ao alambrado acima da barreira de pneus.

Para a grata surpresa daqueles que viram o acidente (o vídeo com os ângulos do assustador acidente estão abaixo), a piloto passa bem. Ela sofreu uma fratura na vértebra, mas já se encontra em recuperação após uma cirurgia de emergência que durou mais de onze horas.

Acidentes como esse não são uma novidade nas categorias mais prestigiadas do automobilismo, como a própria F3 e a Fórmula 1. Afinal, a mais de 300km/h, o menor dos erros de decisão, uma pequena falha mecânica ou um milésimo de demora a mais para se ter uma reação podem custar não só a vida do piloto, como as de todos os outros ao redor.

Naquele que é considerado o pior acidente da história do automobilismo, ocorrido em 1955 nas 24 Horas de Le Mans, mais de 80 pessoas – entre pilotos, espectadores e engenheiros – morreram. A F-1 sozinha conta mais de 50 pilotos envolvidos em acidentes fatais desde a sua criação, na década de 1950.

Esportes a motor (assim como veículos a motor, em geral) apresentam riscos. Mas as tecnologias para salvar vidas e aumentar a segurança de pilotos e pessoas envolvidas nas corridas também vêm sendo aprimoradas, permitindo que acidentes como o de Sophia Floersch aconteçam com frequência cada vez menor – e que, quando ocorram, não sejam fatais.

 

Como impedir acidentes – ou fatalidades em acidentes – a 300km/h?

É justamente essa a pergunta que engenheiros têm se feito durantes todas essas décadas de esportes a motor. Embora ainda não tenham chegado a uma resposta definitiva, a busca por soluções e tecnologias mais sofisticadas só trouxe benefícios ao automobilismo.

Nos primeiros 20 anos de F1, 32 pilotos morreram devido a acidentes na pista. Nos últimos 20 anos da categoria, foram cinco os falecidos em acidentes nos circuitos – uma queda de mais de 80% nos acidentes fatais.

As medidas de segurança e novas tecnologias introduzidas nos esportes a motor ao longo dos anos beneficiaram não somente as modalidades esportivas, como também a indústria automobilística e os veículos que vemos e usamos no nosso dia-a-dia.

Se hoje nossos carros possuem suspensão ativa, pneus mais resistentes à aquaplanagem e até mesmo retrovisores (invenção de pilotos no início do século XX para monitorar os seus concorrentes nas corridas) é tudo graças à corrida tecnológica estimulada pelo automobilismo.

 

I.A. e esportes a motor

Veículos de corrida são máquinas sofisticadíssimas: um carro de F-1 possui mais de 200 sensores recebendo imensas quantidades de dados a cada segundo. São precisos numerosos engenheiros colados às telas dos computadores para monitorar esses dados do carro e tomar as melhores decisões em uma corrida.

Introduzir tecnologias de inteligência artificial para processar esses dados melhoraria não só o monitoramento em tempo real do carro, como também as decisões tomadas com base nessas informações. Em outras palavras, as chances de acidentes causados por erros humanos diminuiriam consideravelmente.

Além de aperfeiçoar o monitoramento de dados e a tomada de decisões, a I.A. poderia ser treinada via machine learning para evitar batidas nos circuitos ao antecipar falhas em sistemas mecânicos cruciais do carro.

Na NASCAR, categoria de corrida dos EUA, câmeras inteligentes já estão sendo empregadas para identificar possíveis problemas técnicos ou mecânicos em carros, tarefa extremamente difícil para os olhos humanos, já que as imagens analisadas costumam estar borradas devido à alta velocidade dos carros.

Há, no entanto, alguma resistência por parte de pilotos, engenheiros e equipes quanto à expansão da I.A. no automobilismo. O temor é de que essa tecnologia deixe de ser coadjuvante, auxiliando na análise de dados e prevenindo acidentes, e passe a ser protagonista, chegando até mesmo a substituir os pilotos.

Em uma era onde carros autônomos já são desenvolvidos e testados nas ruas, as chances da inteligência artificial tomar os volantes das corridas são, de fato, reais. Resta saber quais caminhos as modalidades escolherão trilhar.

 

Câmeras inteligentes e I.A. na MVISIA

A MVISIA é especialista no desenvolvimento e aplicação de tecnologias de inteligência artificial e visão computacional voltadas a diversas áreas, como agricultura, varejo e saúde.

Nossas câmeras e produtos são desenvolvidos sob medida para os mais diversos tipos de empresa.

Quer saber mais sobre como nossas soluções impactam o seu negócio?

Acesse o nosso site (http://mvisia.com.br) e entre em contato conosco!

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Campos de visão

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Máquinas dotadas de visão computacional e I.A. podem reduzir o uso de pesticidas em até 90%. Foto: João Marcelo Marques.

 

Em junho deste ano, uma Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou o controverso Projeto de Lei 6.299/2002, também chamado pelos críticos de “PL do veneno”. O projeto prevê, entre outros, a transferência do poder decisório sobre o uso de pesticidas da Anvisa e do Ibama para o Ministério da Agricultura.

Embora ainda não tenha sido sancionado – o Projeto de Lei precisa ser aprovado pelo plenário da Câmara e pelo Senado antes de ser encaminhado para sanção presidencial – debates acalorados sobre o tema vêm acontecendo. Defensores do PL alegam que ele é baseado em legislações mais modernas e críticos afirmam que a regulamentação dos pesticidas deve continuar passando pelas agências de saúde e ambientais.

Pontos de vista à parte, há dois fatos que nem defensores nem opositores do Projeto de Lei podem negar: os brasileiros consomem agroquímicos em excesso e os produtores nacionais gastam muito dinheiro com pesticidas. Todos os anos, são pulverizados 7,3 litros de agroquímicos para cada cidadão brasileiro. O Brasil lidera o ranking de maior consumidor de pesticidas do mundo desde 2008. O gasto dos produtores com fitossanitários também é elevado: somente em 2014, mais de R$12 bilhões foram destinados à compra destes produtos.

No entanto, a inteligência artificial e a visão computacional prometem um futuro melhor tanto para os produtores quanto para os consumidores nacionais. Novas tecnologias prometem conciliar a quantidade e a qualidade das safras ao reduzir drasticamente o uso de produtos químicos na agricultura.

É o caso da tecnologia “See and Spray”, que vem sendo desenvolvida nos EUA e já é utilizada em plantações de algodão.

Uma máquina equipada com uma câmera inteligente monitora áreas de plantio e identifica com precisão quais são as plantas afetadas por pragas. A máquina é capaz de gerar um relatório ao produtor discriminando o exato número de plantas afetadas e quais são as pragas em questão. Com esses dados disponíveis, o pesticida não precisa mais ser pulverizado em toda a área de plantio: a máquina aplica o produto somente nas plantas afetadas. A tecnologia “See and Spray” reduz o uso de pesticidas em até 90%, diminuindo os gastos dos agricultores e os efeitos na saúde ambiental e dos cidadãos.

Graças a essas máquinas, os interesses até então inconciliáveis de produtores, consumidores e ambientalistas podem finalmente convergir – e a sociedade como um todo só tem a ganhar com isso.

 

Tecnologias da MVISIA para o agronegócio

A MVISIA é especialista no desenvolvimento e aplicação de tecnologias de inteligência artificial e visão computacional no agronegócio. Focamos na utilização de câmeras inteligentes para o controle de qualidade e processos nas linhas de produção agroindustriais. Essas câmeras são desenvolvidas sob medida para os mais diversos tipos de empresa.

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Os cuidados reais da inteligência artificial

 

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Software desenvolvido pela Verily (empresa subsidiária do Google) é capaz de identificar a pressão sanguínea e riscos de doenças cardiovasculares apenas com imagens da retina ocular.


Medição da pressão sanguínea, um exame de sangue, um formulário gigantesco de perguntas e uma série de visitas ao médico – normalmente, esse é o procedimento pelo qual passa uma pessoa que deseja saber o risco que corre de ter doenças cardiovasculares no futuro.

Esse procedimento é bastante custoso e demanda tempo e trabalho tanto dos funcionários de saúde quanto dos pacientes. Afinal, um(a) enfermeiro(a) precisa medir a pressão sanguínea, coletar o sangue e enviá-lo para análise. Um(a) médico(a) precisa obter dados como idade, histórico familiar de doenças, frequência de atividades físicas, peso, hábitos alimentares e de fumo do paciente. É preciso então cruzar cuidadosamente essas informações com o resultado do exame sanguíneo para se ter um diagnóstico. Ao fim do procedimento, o(a) médico(a) consegue prever quais os riscos do paciente de desenvolver doenças cardiovasculares nos próximos cinco anos com 72% de precisão.

Um novo software dotado de I.A. desenvolvido pelo Google promete tornar este processo muito mais simples e rápido. Tudo o que o programa precisa para o diagnóstico é uma imagem da retina ocular do paciente. O algoritmo analisa então os padrões das veias da retina e consegue prever – com 70% de precisão – os riscos de doenças cardiovasculares do paciente.

Para chegar a este algoritmo atual, os cientistas do Google usaram machine learning na análise de imagens de retinas e dados médicos de mais de 300.000 pacientes. Redes neurais foram usadas para buscar padrões nessas imagens e dados, fazendo com que o algoritmo aprendesse a associar os sinais das imagens dos olhos com as métricas necessárias para prever doenças cardiovasculares. À medida que mais dados de pacientes são inseridos, mais o algoritmo aprende e aumenta a eficiência de seu diagnóstico.

Graças a softwares como este, a velocidade e a eficiência de diagnósticos tendem a aumentar, e médicos e funcionários de saúde terão mais tempo e energia para se dedicar à atenção e ao cuidado humano e a outras atividades mais complexas que, por ora, máquinas ainda não conseguem realizar.


Câmeras inteligentes na segurança de hospitais

As contribuições da I.A. à medicina não acontecem somente nos diagnósticos: câmeras inteligentes são grandes aliadas na prevenção da violência e de acidentes em ambientes hospitalares.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 8% e 38% dos funcionários de saúde ao redor da mundo sofrem ou sofrerão violência física ao longo de suas carreiras. A maior parte desses casos de violência é decorrente do comportamento agressivo de pacientes (alguns com transtornos causados por acidentes, outros com problemas comportamentais) e de seus familiares. Atualmente, poucos hospitais contam com funcionários e instalações suficientes para monitorar e lidar adequadamente com agressores. Mesmo os que contam com câmeras de monitoramento e vigilantes 24 horas por dia ainda sofrem para identificar casos de violência no momento em que ocorrem. Afinal de contas, diferentemente das câmeras, vigilantes são humanos e estão sujeitos ao cansaço e a distrações.

Para resolver esse problema, um hospital em Toronto, no Canadá, está desenvolvendo um sistema de visão inteligente que pode ajudar na prevenção da violência. Câmeras dotadas de inteligência artificial conseguem identificar em tempo real padrões de agressividade dentro do ambiente hospitalar. Graças ao seus algoritmos, essas câmeras conseguem reconhecer movimentos bruscos, barulhos altos e sinais de irritação nos movimentos corporais das pessoas. Uma vez identificados esses padrões, as câmeras emitem imediatamente um alerta para os funcionários.


I.A. e visão computacional na MVISIA

As tecnologias de I.A. e visão computacional que estão revolucionando a medicina, o varejo, a agricultura e a indústria são as mesmas que a MVISIA desenvolve no Brasil.

Desenvolvemos câmeras inteligentes sob medida para os mais diversos tipos de empresa.

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As câmeras inteligentes no varejo e nas lojas

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Funcionária conta e checa manualmente as embalagens nas prateleiras de um supermercado. Foto: Bernard Hermant


Em janeiro deste ano, antes do lançamento do aguardado Amazon Go – o primeiro supermercado completamente equipado com câmeras inteligentes no mundo – a Amazon organizou um teste da loja para repórteres dos principais veículos de imprensa mundiais.

A fim de testar a eficácia das câmeras inteligentes, um repórter do New York Times tentou furtar uma lata de refrigerante do supermercado.

Como a loja opera sem nenhum funcionário, ninguém pôde impedir o repórter de sair do estabelecimento com a lata escondida na mochila. Porém, ao chegar em casa, ele descobriu que a lata furtada havia sido debitada do seu cartão de crédito.

Graças à inteligência artificial, as câmeras foram capazes não só de captar as imagens do furto, como também de reconhecer em tempo real que se tratava de um furto e de identificar quem estava cometendo a infração. Para entrar na loja, todos os repórteres foram escaneados pelas câmeras e tiveram suas contas na Amazon identificadas. Dessa forma, foi possível encontrar o repórter infrator e debitar de seu cartão de crédito o valor do item furtado.

A segurança no varejo vai mudar drasticamente graças às câmeras inteligentes. Hoje, a maioria das lojas contrata pessoas e emprega câmeras tradicionais para supervisionar os estabelecimentos. Mas a tarefa de pegar em flagrante e identificar furtos é extremamente difícil – estima-se que, somente no ano de 2016, os supermercados brasileiros tenham perdido mais de 7 bilhões de reais com furtos.

Um par de olhos pode supervisionar alguns clientes, mas tem suas limitações: humanos são sujeitos a distrações, cansaço e julgamentos ruins. Já uma câmera tradicional pode captar as imagens que comprovariam um furto, mas não pode fazer muito além disso – sem a presença de um cérebro humano para analisar a imagem e interferir no processo, câmeras tradicionais raras vezes conseguem impedir ou prevenir essas infrações.

Câmeras inteligentes, ao unir o poder visual e a objetividade das câmeras tradicionais com a capacidade analítica de um cérebro humano, apresentam-se como a alternativa mais eficaz para revolucionar a segurança no varejo.

O experimento do primeiro Amazon Go foi um sucesso. Nessa semana, foi aberta na cidade de Seattle, nos EUA, a segundo loja da franquia.

 

Câmeras inteligentes controlando o estoque

Não só na segurança e na prevenção de furtos podem atuar as câmeras inteligentes. Dotadas da capacidade de captar imagens e analisá-las em tempo real, essas câmeras podem cumprir o papel de dezenas de operadores humanos.

Câmeras inteligentes podem escanear prateleiras de lojas e analisar todos os seus produtos, identificando a presença ou ausência de certos itens e se as embalagens estão rompidas ou quebradas, realizando, assim, o monitoramento em tempo real das condições do estoque da loja.

É possível que um gerente administre o estoque de várias lojas em locais diferentes graças aos relatórios de controle gerados em tempo real pelas câmeras inteligentes. Esses relatórios são muito mais precisos e velozes do que os relatórios gerados por pessoas, o que resulta no aumento da eficiência e da competitividade do negócio.


As câmeras da MVISIA

A tecnologia de câmeras inteligentes já está sendo aplicada no varejo no Brasil, e a MVISIA fabrica câmeras personalizadas para todo tipo de empresa.

Quer saber como nossas câmeras inteligentes feitas sob medida impactariam o seu negócio?

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Uma visão do futuro

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Exemplo de câmera inteligente em ação na China. Graças aos seus algoritmos, essas câmeras são capazes de analisar com profundidade e reconhecer em tempo real os objetos da imagem.            Foto: Quartz

Os dias dos olhos humanos supervisionando linhas de produção e zelando pela segurança, quantidade e qualidade de produtos estão contados.

Estão contados também os dias de atuação das câmeras tradicionais, aquelas que captam as imagens e nos auxiliam no controle remoto de estoques, de embalagens e na fiscalização de lugares e pessoas.

Ambos darão (de fato, já estão dando) lugar às câmeras inteligentes – máquinas capazes não só de captar diversas imagens como as câmeras tradicionais, como também de analisá-las com a complexidade do cérebro humano graças aos avanços da inteligência artificial.

Câmeras inteligentes reúnem o melhor dos dois mundos: captam imagens objetivas como fazem as câmeras tradicionais e são capazes de analisá-las com a profundidade de um analista humano.

Dessa forma, problemas complexos podem ser analisados e resolvidos em tempo real sem a necessidade de um operador humano. E o que é melhor: diferentemente da mão-de-obra humana, as câmeras inteligentes não estão sujeitas ao cansaço mental, ao sono e a distrações; e, em oposição às câmeras tradicionais que apenas captam imagens e solucionam problemas simples (como leitura de código de barras), câmeras inteligentes podem obter dados mais complexos e tomar decisões a partir das imagens captadas.


Como funciona uma câmera inteligente

Uma câmera inteligente é composta por partes que replicam o sistema visual humano: a câmera (2, na imagem a seguir) atua como um olho, capturando imagens; o microcomputador e o software de inteligência artificial (respectivamente 3 e 4 na imagem a seguir) replicam as nossas redes de neurônios do cérebro, processando e analisando, graças a um algoritmo próprio, as imagens captadas.

A MVISIA é especialista no desenvolvimento e aplicação de câmeras inteligentes personalizadas para os mais diversos tipos de negócio. A imagem abaixo detalha o funcionamento de um dos nossos sistemas de câmeras.

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Câmera inteligente ESOS desenvolvida pela MVISIA


Aplicações de uma câmera inteligente

Graças à flexibilidade proporcionada pelo desenvolvimento de algoritmos próprios, câmeras inteligentes podem ser personalizadas para o uso em todos os tipos de negócio.

Elas podem, por exemplo, atuar na seleção detalhada e automática de mudas e produtos agrícolas para o agronegócio, reduzindo as taxas de erro e os custos com mão-de-obra humana.

Outra aplicação comum é no varejo: câmeras inteligentes podem analisar em tempo real necessidades e condições de estoque em lojas e supermercados. Elas podem ainda ser aplicadas no setor industrial, na área da saúde e na segurança.

Essa vasta gama de possibilidades de aplicação – aliada aos custos acessíveis e maior eficiência – tem feito as câmeras inteligentes ganharem o mercado ao redor do mundo. Basta um par de olhos comum para ver que o futuro pertence, de fato, a elas.


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